Comércio online explode e pressiona empresas de logística

2018-01-07
Fonte: Público
Foto por: Cortesia de renjith krishnan em FreeDigitalPhotos.net

Os portugueses estão a usar cada vez mais as plataformas online para fazer compras e neste Natal isso traduz-se em crescimentos de 15% a 17%, aumentando a pressão sobre as empresas do sector.

A tendência está identificada há já alguns anos, e as expectáveis taxas de crescimento também já estão definidas pela ACEPI - Associação da Economia Digital: a percentagem da população de portugueses que faz compras online já vai nos 36%, e em 2025 essa percentagem deve crescer até aos 59%. O estudo Anual da Economia e da Sociedade Digital em Portugal, feito pela ACEPI com a colaboração da IDC, consultora em análise de mercado, aponta para um fecho de ano, em 2017, com um volume de compras online efetuadas pelos portugueses em (...)

Primeiro satélite angolano já foi lançado em órbita

2018-01-07
Fonte: Sapo/Lusa
Foto por: Cortesia de bluebay em FreeDigitalPhotos.net

O primeiro satélite angolano, o Angosat, um investimento do Estado angolano de 320 milhões de dólares (269,6 milhões de euros), foi lançado no passado dia 26 de dezembro no Cazaquistão, e comemorado em Luanda com fogos de artifícios.

Angola torna-se assim no sétimo país africano, ao lado da Argélia, África do Sul, Egito, Marrocos, Nigéria e Tunísia, com um satélite de comunicações em órbita, que a partir desta entrou em período de teste até março, aproximadamente.
Na semana anterior, o ministro das Telecomunicações e Tecnologias de informação, Carvalho da rocha, informou que comercialmente 40% da capacidade do satélite já está reservada.
O Angosat foi construído por um consórcio estatal russo e foi lançado, às 20:00 de Angola, com recurso ao foguete (...)

Liberalização das telecoms em Angola é positiva mas exige investimento avultado, diz Consultora BMI

2018-01-07
Fonte: Observador
Foto por: Cortesia de jannoon028 em FreeDigitalPhotos.net

A consultora BMI Research considera que a abertura do mercado das telecomunicações angolano a um novo operador é positiva porque traz mais concorrência, mas alerta que a entrada obrigará a um avultado investimento inicial, limitando o interesse.

Entrar no mercado angolano vai obrigar a um investimento extenso; consequentemente, acreditamos que só os operadores já estabelecidos e com financiamento robusto e uma marca já existe, como a Viettel, Orange ou Vodafone, podem ter sucesso, mas a insistência do Governo em manter parte da Angola Telecom vai limitar o interesse dos operadores mais comerciais”, escrevem os analistas.
Num comentário ao anúncio governamental, a que a Lusa teve acesso, a consultora do grupo Fitch escreve que “esta iniciativa é positiva para o mercado (...)

Tráfego de internet fixa e móvel alcançou "máximos históricos"

2018-01-07
Fonte: Notícias ao minuto
Foto por: Cortesia de ddpavumba em FreeDigitalPhotos.net

O tráfego de acesso à Internet atingiu máximos históricos no 3.º trimestre deste ano, com a banda larga a aumentar 10,7% face ao mesmo período do ano passado, divulgou no passado dia 18 de dezembro, a Autoridade Nacional de Comunicações (ANACOM).

De acordo com um comunicado da ANACOM, no trimestre em análise o tráfego de banda larga fixa, que representa 93,4% do total, aumentou 10% e o tráfego de banda larga móvel subiu 21,5%.
O tráfego médio mensal por acesso à Internet em banda larga em local fixo foi de 78 Gigabyte (GB) e o tráfego gerado por cliente de banda larga móvel com utilização efetiva foi de 2,8 GB por mês (12,5 GB por mês no caso de 'tablet'/PC).
No final do 3.º trimestre a penetração da banda larga fixa residencial era de 70,8 por 100 famílias (...)

Governo de Macau lança consulta pública sobre lei da cibersegurança

2018-01-07
Fonte: Diário de Notícias
Foto por: Cortesia de lekkyjustdoit em FreeDigitalPhotos.net

O Governo de Macau lançou, no passado dia 11 de dezembro, a consulta pública sobre a lei da cibersegurança, que pretende proteger a segurança das redes das infraestruturas essenciais, sem restringir, privar ou prejudicar a liberdade de expressão dos cidadãos.

O secretário para a Segurança, Wong Sio Chak, afirmou que o principal objetivo da lei de cibersegurança é "proteger, prevenir e gerir" a segurança das redes informáticas essenciais, utilizadas pelos operadores das infraestruturas relevantes para o funcionamento normal da Região Administrativa Especial de Macau (RAEM).
"A menos que autorizado pelo órgão judicial, os respetivos serviços estão impedidos de interferir em qualquer conteúdo na rede, não podendo fazer descodificação sobre o conteúdo ou as expressões na rede", (...)

Telecomunicações e media entre os sectores prioritários para a Concorrência

2018-01-07
Fonte: Sapo Tek
Foto por: Autoridade da Concorrência

As telecomunicações e media estão entre os sectores definidos como prioritários pela Autoridade da Concorrência em 2018, a par da banca, energia, saúde, ensino, distribuição, ambiente, transportes, construção e profissões liberais.

O documento onde está alinhada a atuação para este ano da entidade liderada por Margarida Matos Rosa está publicado online e refere, igualmente, que também será dada especial atenção a outras situações, nomeadamente as ligadas à economia digital.
"Em 2018, a AdC dará especial atenção à promoção da concorrência em sectores que beneficiem de inovação digital, alertando para barreiras tecnológicas que possam impedir a entrada de novos concorrentes ou falsear a concorrência em diferentes mercados", pode ler-se no (...)

Conteúdos online com portabilidade na União Europeia a partir de 2018

2018-01-07
Fonte: Dinheiro Vivo
Foto por: Cortesia de twobee em FreeDigitalPhotos.net

As novas regras vão permitir aos consumidores aceder aos conteúdos digitais que compraram ou a que subscreveram quando se encontram noutro país.

O Parlamento Europeu aprovou novas regras que vão permitir a quem compra legalmente conteúdos online no seu país manter o acesso quando se encontra noutra nação da União Europeia.
As novas normas sobre portabilidade transfronteiras dos serviços de conteúdos online entram em vigor a partir de 2018. As novas regras vão permitir aos consumidores aceder aos conteúdos digitais que compraram ou a que subscreveram quando se encontram temporariamente noutro Estado-membro, quer seja por motivos de lazer, profissionais ou (...)

Internet das Coisas: prepare-se para uma onda de novas oportunidades em estratégia de negócios

2017-12-10
Fonte: Flávio Stecca, CTO da Movile sobre Internet das Coisas in Startse
Foto por: Cortesia de andongob em FreeDigitalPhotos.net

Quando o Google comprou a empresa de termostatos conectados à internet Nest por US$ 3.2 mil milhões e a Amazon lançou a caixa de som inteligente Echo, em 2014, o mundo passou a conhecer uma expressão até então restrita aos laboratórios do Vale do Silício: a ‘internet das coisas’.

Era uma forma de designar toda uma geração de dispositivos ligados à internet, de uma geladeira que avisa quando falta leite ao chaveiro que emite sinais de localização para ajudar seu ‘dono’ que perdeu as chaves. Apesar da ‘Internet of Things’ (IoT) ter nascido com foco nos aparelhos de uso doméstico, essa revolução já derrubou as paredes das casas inteligentes e está se espalhando rapidamente por todas as áreas de negócios.
As possibilidades que a internet das coisas abre são gigantescas e animadoras! Aqui no Brasil, o estudo (...)

Regulação da Internet

2017-12-10
Fonte: João Confraria in Público
Foto por: Cortesia de twobee em FreeDigitalPhotos.net

Nos alvores da massificação da banda larga era claro que a união de um operador de redes de telecomunicações e de um produtor de conteúdos podia criar pelo menos dois problemas de concorrência. A empresa que resultasse da união poderia negar aos outros operadores acesso aos seus conteúdos e poderia negar aos outros produtores de conteúdos acesso aos seus assinantes. Entendia-se então que estes problemas, e outros, se existissem, poderiam ser resolvidos através da legislação de defesa da concorrência. Ainda se entende assim — e bem.

Mas nos últimos anos houve um impulso que contrariou a tendência, que vinha do início da liberalização, de transferir competências das autoridades reguladoras setoriais para as autoridades de concorrência. Com esse impulso, um princípio de não discriminação, ou de neutralidade de rede, presente na expansão da Internet, foi densificado na União Europeia como um princípio de livre escolha dos utilizadores, e competências para a sua implementação foram atribuídas às autoridades reguladoras setoriais de comunicações eletrónicas. Isto significa (...)

EUA debatem fim da neutralidade da Internet - e Portugal é exemplo

2017-12-10
Fonte: Público
Foto por: Anthony Quintano - Flickr

A Administração Trump diz que a neutralidade da Internet "é um erro". A portuguesa Altice Meo é um dos exemplos de como um operador funciona num país sem "neutralidade", mas a empresa diz que o caso está a ser mal interpretado.

A entidade reguladora das comunicações nos EUA, a Comissão Federal de Comunicações (FCC na inglesa), vai votar um plano para reverter a legislação introduzida durante a presidência de Obama. Portugal surge como um exemplo do novo modelo proposto para o sector norte-americano.
O princípio do sistema atual – introduzido em 2015 nos EUA – é que os fornecedores da Internet não podem decidir quais são as empresas que “têm sucessoonline ao influenciar o conteúdo que os clientes veem (por exemplo, ao definir a rapidez (...)