Tráfego de internet fixa e móvel alcançou "máximos históricos"

2018-01-07
Fonte: Notícias ao minuto
Foto por: Cortesia de ddpavumba em FreeDigitalPhotos.net

O tráfego de acesso à Internet atingiu máximos históricos no 3.º trimestre deste ano, com a banda larga a aumentar 10,7% face ao mesmo período do ano passado, divulgou no passado dia 18 de dezembro, a Autoridade Nacional de Comunicações (ANACOM).

De acordo com um comunicado da ANACOM, no trimestre em análise o tráfego de banda larga fixa, que representa 93,4% do total, aumentou 10% e o tráfego de banda larga móvel subiu 21,5%.
O tráfego médio mensal por acesso à Internet em banda larga em local fixo foi de 78 Gigabyte (GB) e o tráfego gerado por cliente de banda larga móvel com utilização efetiva foi de 2,8 GB por mês (12,5 GB por mês no caso de 'tablet'/PC).
No final do 3.º trimestre a penetração da banda larga fixa residencial era de 70,8 por 100 famílias (...)

Governo de Macau lança consulta pública sobre lei da cibersegurança

2018-01-07
Fonte: Diário de Notícias
Foto por: Cortesia de lekkyjustdoit em FreeDigitalPhotos.net

O Governo de Macau lançou, no passado dia 11 de dezembro, a consulta pública sobre a lei da cibersegurança, que pretende proteger a segurança das redes das infraestruturas essenciais, sem restringir, privar ou prejudicar a liberdade de expressão dos cidadãos.

O secretário para a Segurança, Wong Sio Chak, afirmou que o principal objetivo da lei de cibersegurança é "proteger, prevenir e gerir" a segurança das redes informáticas essenciais, utilizadas pelos operadores das infraestruturas relevantes para o funcionamento normal da Região Administrativa Especial de Macau (RAEM).
"A menos que autorizado pelo órgão judicial, os respetivos serviços estão impedidos de interferir em qualquer conteúdo na rede, não podendo fazer descodificação sobre o conteúdo ou as expressões na rede", (...)

Telecomunicações e media entre os sectores prioritários para a Concorrência

2018-01-07
Fonte: Sapo Tek
Foto por: Autoridade da Concorrência

As telecomunicações e media estão entre os sectores definidos como prioritários pela Autoridade da Concorrência em 2018, a par da banca, energia, saúde, ensino, distribuição, ambiente, transportes, construção e profissões liberais.

O documento onde está alinhada a atuação para este ano da entidade liderada por Margarida Matos Rosa está publicado online e refere, igualmente, que também será dada especial atenção a outras situações, nomeadamente as ligadas à economia digital.
"Em 2018, a AdC dará especial atenção à promoção da concorrência em sectores que beneficiem de inovação digital, alertando para barreiras tecnológicas que possam impedir a entrada de novos concorrentes ou falsear a concorrência em diferentes mercados", pode ler-se no (...)

Conteúdos online com portabilidade na União Europeia a partir de 2018

2018-01-07
Fonte: Dinheiro Vivo
Foto por: Cortesia de twobee em FreeDigitalPhotos.net

As novas regras vão permitir aos consumidores aceder aos conteúdos digitais que compraram ou a que subscreveram quando se encontram noutro país.

O Parlamento Europeu aprovou novas regras que vão permitir a quem compra legalmente conteúdos online no seu país manter o acesso quando se encontra noutra nação da União Europeia.
As novas normas sobre portabilidade transfronteiras dos serviços de conteúdos online entram em vigor a partir de 2018. As novas regras vão permitir aos consumidores aceder aos conteúdos digitais que compraram ou a que subscreveram quando se encontram temporariamente noutro Estado-membro, quer seja por motivos de lazer, profissionais ou (...)

Internet das Coisas: prepare-se para uma onda de novas oportunidades em estratégia de negócios

2017-12-10
Fonte: Flávio Stecca, CTO da Movile sobre Internet das Coisas in Startse
Foto por: Cortesia de andongob em FreeDigitalPhotos.net

Quando o Google comprou a empresa de termostatos conectados à internet Nest por US$ 3.2 mil milhões e a Amazon lançou a caixa de som inteligente Echo, em 2014, o mundo passou a conhecer uma expressão até então restrita aos laboratórios do Vale do Silício: a ‘internet das coisas’.

Era uma forma de designar toda uma geração de dispositivos ligados à internet, de uma geladeira que avisa quando falta leite ao chaveiro que emite sinais de localização para ajudar seu ‘dono’ que perdeu as chaves. Apesar da ‘Internet of Things’ (IoT) ter nascido com foco nos aparelhos de uso doméstico, essa revolução já derrubou as paredes das casas inteligentes e está se espalhando rapidamente por todas as áreas de negócios.
As possibilidades que a internet das coisas abre são gigantescas e animadoras! Aqui no Brasil, o estudo (...)

Regulação da Internet

2017-12-10
Fonte: João Confraria in Público
Foto por: Cortesia de twobee em FreeDigitalPhotos.net

Nos alvores da massificação da banda larga era claro que a união de um operador de redes de telecomunicações e de um produtor de conteúdos podia criar pelo menos dois problemas de concorrência. A empresa que resultasse da união poderia negar aos outros operadores acesso aos seus conteúdos e poderia negar aos outros produtores de conteúdos acesso aos seus assinantes. Entendia-se então que estes problemas, e outros, se existissem, poderiam ser resolvidos através da legislação de defesa da concorrência. Ainda se entende assim — e bem.

Mas nos últimos anos houve um impulso que contrariou a tendência, que vinha do início da liberalização, de transferir competências das autoridades reguladoras setoriais para as autoridades de concorrência. Com esse impulso, um princípio de não discriminação, ou de neutralidade de rede, presente na expansão da Internet, foi densificado na União Europeia como um princípio de livre escolha dos utilizadores, e competências para a sua implementação foram atribuídas às autoridades reguladoras setoriais de comunicações eletrónicas. Isto significa (...)

EUA debatem fim da neutralidade da Internet - e Portugal é exemplo

2017-12-10
Fonte: Público
Foto por: Anthony Quintano - Flickr

A Administração Trump diz que a neutralidade da Internet "é um erro". A portuguesa Altice Meo é um dos exemplos de como um operador funciona num país sem "neutralidade", mas a empresa diz que o caso está a ser mal interpretado.

A entidade reguladora das comunicações nos EUA, a Comissão Federal de Comunicações (FCC na inglesa), vai votar um plano para reverter a legislação introduzida durante a presidência de Obama. Portugal surge como um exemplo do novo modelo proposto para o sector norte-americano.
O princípio do sistema atual – introduzido em 2015 nos EUA – é que os fornecedores da Internet não podem decidir quais são as empresas que “têm sucessoonline ao influenciar o conteúdo que os clientes veem (por exemplo, ao definir a rapidez (...)

Angola lança concurso para quarto operador de telecomunicações

2017-12-10
Fonte: Observador
Foto por: Cortesia de gnepphoto em FreeDigitalPhotos.net

O Governo angolano vai lançar um concurso público internacional para um quarto operador de telecomunicações, incluindo a rede fixa, móvel e de televisão por subscrição, integrando o Estado a estrutura acionista com 45% do capital.

O anúncio foi feito no passado dia 27 de novembro, em Luanda, pelo Ministro das Telecomunicações e Tecnologias de Informação, José Carvalho da Rocha, garantindo que até final deste ano o regulador do setor terá disponíveis os cadernos de encargos para os investidores interessados.
Vamos aumentar a concorrência. Vai melhorar o serviço e vamos atuar sobre os preços e a qualidade do serviço”, afirmou o governante.
Acrescentou que o Ministério das Telecomunicações e Tecnologias de Informação já recebeu (...)

Bruxelas adopta novas normas para tornar mais seguros pagamentos electrónicos

2017-12-10
Fonte: Público
Foto por: Comissão Europeia

A Comissão Europeia adotou, no passado dia 27 de novembro, novas normas com vista a tornar mais seguros os pagamentos eletrónicos efetuados nas lojas e na Internet, reduzindo os riscos de fraude, através de uma “sólida autenticação do cliente”.

As novas regras visam implementar a diretiva (lei comunitária) relativa aos serviços de pagamento (DSP2), recentemente revista, e procuram modernizar os serviços de pagamento na Europa de modo a acompanhar a rápida evolução deste mercado e permitir o crescimento do mercado europeu do comércio eletrónico, de acordo com a Comissão.
A mera introdução de uma senha ou dos dados de um cartão de crédito deixará, na maior parte dos casos, de ser suficiente para realizar um pagamento: em certos casos, será necessário um código, válido para uma (...)

Tecnológicas europeias entram no radar das bolsas de ações

2017-12-10
Fonte: Jornal Económico
Foto por: Cortesia de jscreationzs em FreeDigitalPhotos.net

As empresas tecnológicas da Europa costumavam ser o parente pobre em relação a outras regiões como os Estados Unidos a e Ásia. A aposta feita nos últimos anos para fomentar o ecossistema tech no Velho Continente está, no entanto, a começar a dar frutos, com o maior interesse por parte dos investidores a conduzir as empresas a optar pela entrada em bolsa.

Nos primeiros nove meses deste ano, a Europa registou 38 ofertas públicas iniciais (IPO, na sigla em inglês). Este é o maior número de tech IPO no mundo em 2017 e compara com as 17 realizadas nos EUA, segundo o Relatório do Estado da Tecnologia Europeia, realizado pela empresa de investimento em inovação Atomico.
A expetativa é que, até ao final de dezembro, o número suplante ainda as 49 IPO que tiveram lugar na Europa em 2016.
O que isto reflete é que a Europa está a produzir um número crescente de empresas com capacidade de (...)