CTT apresentam novo serviço CTT Ads.

2017-02-12
Fonte: CTT - Correios de Portugal
Foto por: CTT - Correios de Portugal

Entrou, no passado dia 16 de janeiro, em funcionamento www.cttads.pt, o novo serviço dos CTT que permite conceber, produzir e contratar a distribuição de campanhas publicitárias usando a rede CTT. www.cttads.pt é uma ferramenta online, especialmente dirigida a pequenas e microempresas e empreendedores que, pela sua dimensão ou posicionamento, não têm normalmente acesso a agências criativas ou de meios.

Esta ferramenta online amplia a oferta de soluções de publicidade dos CTT, com a denominação genérica de “CTT Ads”, e fá-la chegar a um segmento de clientes, em que muitos não têm departamentos de marketing, e que podem encontrar em www.cttads.pt um parceiro para fazer crescer os seus negócios com uma comunicação mais profissionalizada.
Este posicionamento de parceria inicia-se logo no acesso ao serviço, quando o cliente é questionado sobre qual o objetivo da sua campanha, com quem pretende comunicar e quais os canais que pretende usar e que podem incluir várias combinações entre correio físico, e-mail e SMS.
Em todo o processo, o cliente vai tomando conhecimento dos custos da campanha, o que permite adaptar as necessidades de comunicação do cliente ao seu orçamento. A seleção dos targets pode ser feita por critérios geográficos, mas também por outras tipologias como o género, a idade ou a caracterização dos domicílios a contactar, podendo recorrer a bases de dados fornecidas ou usar as bases de dados do cliente.
Uma vez inscrito na ferramenta www.cttads.pt, o cliente tem acesso a vários templates de suportes de comunicação, com linguagens gráficas contemporâneas e assertivas, que os clientes podem usar ou adaptar nas suas campanhas, de acordo com as suas preferências.
Este novo serviço é parte da resposta dos CTT a um conjunto de necessidades de comunicação identificadas no mercado, combinando o meio físico de comunicação com outras modalidades. O meio físico é utilizado de forma mais significativa em países mais desenvolvidos e a sua eficácia na captação da atenção e conversão está confirmada por estudos de mercado.
A ferramenta www.cttads.pt é o novo elemento do portefólio de soluções de publicidade dos CTT, agregados na oferta “CTT Ads” que já incluía a solução Target (que disponibiliza bases de dados de particulares e empresas com múltiplas características), o Direct Mail (envio de mensagens físicas endereçadas a destinatários pré-selecionados), o Drop Mail (produção de folhetos com entrega massificada nas caixas de correio), o Geocontacto (que permite contactar com um grupo-alvo com características específicas sem ter de recorrer a base de dados) e o Sampling (que permite a entrega de publicidade, folhetos ou amostras, em mão a potenciais clientes).

CTT Líder Mundial em Sustentabilidade
Os CTT atingiram o ranking mais elevado das empresas postais mundiais que melhor cumprem critérios de eficiência carbónica na sua atividade. Neste ranking estão também apenas quatro outros operadores postais: um norte-americano, um australiano e dois da Europa do Norte. As emissões carbónicas dos CTT são hoje apenas 30% das produzidas em 2008, i.e., foi conseguida uma redução de 70%. Foi a maior redução da pegada carbónica de sempre no seu setor, a nível mundial.
A liderança agora obtida confirma a adequação da estratégia, políticas e práticas há bastante tempo seguidas e reforça a aposta estratégica dos CTT na redução de consumos de combustíveis fósseis e de eletricidade, na ampliação de uma frota de veículos alternativos que é já a maior do país com 318 automóveis de mercadorias, trolleys, motociclos e quadriciclos elétricos e bicicletas, no recurso a eletricidade 100% renovável, no lançamento de uma solução pioneira de correio (o Correio Verde) com zero impacto carbónico no planeta e no apoio a projetos de defesa da biodiversidade geridos por instituições especializadas (como a Quercus).
Este lugar no grupo dos 5 melhores, com o nível de “Leadership” (A-), foi obtido no âmbito do Carbon Disclosure Project 2016 Climate Change (CDP), um índice do mercado de capitais que é o principal rating de sustentabilidade energética e carbónica a nível mundial. A grande maioria dos investidores qualificados dos CTT é também subscritora do CDP e essa informação é usada na tomada de decisões de investimento.
Este índice é produzido anualmente em nome de mais de 800 investidores institucionais, que no seu conjunto gerem ativos superiores a 100 triliões de dólares. O índice avalia cerca de 5.800 empresas, representando perto de 60% do volume de capitalização bolsista mundial, incluindo os maiores operadores postais tradicionais cotados, bem como os grandes integradores privados internacionais do mercado das encomendas e logística.
De acordo com Francisco de Lacerda, PCA & CEO dos CTT, “A redução da pegada ecológica dos CTT é estratégica para a empresa ao nível da eficiência energética e da realização de poupanças, mas é também estratégica no cumprimento do nosso dever de deixar um legado ambiental de defesa do planeta e da biodiversidade às gerações futuras. Estas opções e esta ligação à comunidade fazem parte das nossas características fundamentais, do nosso código de conduta e são um fator de identificação com grande parte dos nossos acionistas, também pertencentes a este índice”.
O desempenho ambiental dos CTT tem vindo a ser crescentemente reconhecido, nacional e internacionalmente. Os CTT passaram recentemente da 5.ª para a 3.ª posição mundial no programa de proficiência carbónica EMMS do Internacional Post Corporation (IPC), uma organização que agrega operadores postais da Europa, América do Norte e Ásia; também em 2016, o projeto “Uma Árvore pela Floresta”, da iniciativa dos CTT e da Quercus e que pretende apoiar a reflorestação de Portugal por espécies autóctones, sobretudo em regiões afetadas pelos incêndios, venceu a 8.ª edição do Green Project Awards na categoria Iniciativa de Mobilização; e recebeu ainda o Prémio “CSR Coups de Coeur”, da PostEurop, uma organização afiliada das Nações Unidas para o setor postal que agrega 52 operadores públicos europeus.

Janeiro 2017
 

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